Ajudem-nos a evangelizar.


Ajude-nos a evangelizar.

"Se os homens soubessem o que é a eternidade, fariam de tudo para mudar de vida."
Jacinta Marto

Lugar de católico é aqui.

" Senhor não permita que eu parta dessa vida, sem que eu evangelize e salve ao menos uma alma " Amém.

Faça aqui a sua pesquisa aqui.

sábado, 30 de outubro de 2010

Famíla, lugar dos valores do Reino de Deus



Quando um casal forma uma família, nasce um novo espaço sagrado no mundo, um lugar reservado por Deus para que os valores do Reino sejam implantados e vividos. Nesta perspectiva, o lar cristão precisa se tornar o próprio Reino de Deus, local de Sua santa morada. Mas isto só é possível com a colaboração dos próprios cônjuges, que têm a missão de implantar este reino de amor, paz e justiça.

O reino do amor começa com o próprio relacionamento do casal, que deve ser construído a cada dia através de gestos de acolhida, carinho, proteção, afeto mútuo, compreensão. Também uma dose de emoção e sentimentos que terão que se renovar no dia a dia, recheado de palavras que elevam a outra pessoa e revelam o que ela tem de mais precioso. Infelizmente, em alguns lares não vemos casais apaixonados e se apaixonando pela aventura de viver juntos, acabam esfriando a paixão do namoro, deixando de lado o prazer sexual como fonte de alegria, relegando isto a busca de prazer às custas do outro. O sexo sem amor é alienante, pois "leva" a pessoa à categoria de “animal”, que quer prazer a todo custo. O componente do amor, enquanto vivência de carinho e de afeto demonstrados, faz a diferença na vida conjugal. O Reino de Deus é repleto de amor, deste amor que se dá mais do que se recebe. Que é mais doação de vida, sacrifício pelo outro do que busca de se preencher pessoalmente. O Reino de Deus acontece quando promovemos o amor e fazemos dele o centro de nossas vidas.

O Reino também é de paz, e esta paz só acontece a partir da presença do Príncipe da Paz, que é Jesus Cristo. Toda família precisa ter como fonte de paz, a pessoa de Jesus. E isto acontece a partir da participação dos membros da família na Igreja: a vivência sacramental. Se fizéssemos uma enquete sobre o assunto, certamente iríamos descobrir que famílias que participam da Santa Missa todo domingo, por exemplo, conseguem conservar a paz e banir a discórdia, as divisões internas, brigas, no interior de seus lares. Não há paz longe de Jesus Cristo, Ele é o Shalom de Deus, paz completa, paz duradoura. Este valor do Reino não se consegue implantar com as próprias forças, mas é fruto da presença de Jesus. Somos cooperadores desta graça, nos expondo e nos colocando na presença de Cristo através da Igreja.

Outro valor do Reino a ser implantado na família é a justiça. Não a justiça de quem pensa em fazer o que é correto perante a lei tão somente. Isto é até fácil, mas a justiça do Reino de Deus é tirar de si e dar ao outro. Tudo que temos e que não estamos utilizando não nos pertence, portanto não é nosso, mas de outro que está precisando. Não podemos reter para nós o que não necessitamos para ter uma vida digna, sabendo que outra pessoa não tem esta mesma vida digna porque não partilhamos com ele o que nos sobra. O Reino de Justiça é o Reino da solidariedade, da partilha, da caridade expressa em ajuda mútua. É bem fácil achar-se justo dentro da nossa individualidade e a partir do egocentrismo que é tão presente na atual sociedade. Na família cristã deve-se viver a fraternidade, para que o mundo seja melhor a partir de cada um de nós.

Tudo isto começa na família, a partir dos conceitos cristãos que precisamos absorver , ensinar os nossos filhos a viverem: o amor, a participação sacramental em busca da paz e a justiça. É esta a nossa missão: implantar o Reino de Deus a partir da formação moral de homens e mulheres, para se tornarem novos para um mundo novo, o que só é possível no ambiente familiar.

Deus abençoe você e sua família.

Diácono Paulo Lourenço
( Canção Nova )

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ocasião especial


Era com muita dor que aquele homem retirava do guarda roupas um frasco de perfume francês com o qual presenteara sua esposa quando da sua última viagem ao exterior.

Isto, disse ele, é uma das coisas que ela estava guardando para uma ocasião especial.

Bem, acho que agora é a ocasião, falou demonstrando profunda amargura.

Segurou o frasco com carinho e colocou-o na cama junto com os demais objetos que havia separado para levar à funerária.

Olhou consternado para os pertences guardados, fechou a porta do armário, virou-se para os demais familiares que estavam com ele e disse-lhes com voz embargada:

"Nunca guardem nada para uma ocasião especial, já que podemos criar a cada dia uma ocasião muito especial."

Independente do valor e do significado dos objetos, muitos de nós temos os nossos guardados para ocasiões especiais.

São as peças presenteadas por ocasião do casamento, roupas adquiridas para esse fim, salas reservadas para essas circunstâncias.

Alguns de nós chegamos a ficar neuróticos só de pensar em deixar os filhos brincar na sala de visitas, pois temos que preservá-la intacta para uma ocasião especial, para receber visitas especiais, como se eles não o fossem.

São todas essas coisas que perdem totalmente o valor quando a ocasião especial é a do funeral de um ente querido.

Um filho que se vai, sem que o tenhamos deixado tomar café naquela xícara rara que herdamos da nossa bisavó.

O esposo que se despede sem poder contemplar a esposa vestindo a lingerie nova que lhe deu de presente no último aniversário de casamento.

No campo dos sentimentos também costumamos fazer as nossas economias para ocasiões especiais.
É aquela frase mágica que estamos guardando para dizer num dia muito especial...

Uma declaração de amor que estamos preparando para dizer quando as circunstâncias forem propícias...

Um gesto de carinho que evitamos hoje, por julgar que a pessoa ainda não está preparada para receber.

Um pedido de perdão que estamos adiando para um dia que nunca chega...

A carta a um amigo que não vemos há tempos, pedindo notícias.

A conversa amistosa com alguém que nos considera um inimigo, a fim de esclarecer dúvidas e resolver pendências, enquanto estamos a caminho, como aconselhou Jesus.

Enfim, pensemos que cada dia, é um dia especial.
Cada hora é uma hora muito especial...

Cada segundo é um tempo especial para se criar uma ocasião perfeita e fazer tudo o que deve ser feito.

Não vale a pena economizar as coisas boas.

É preciso viver intensamente cada fração de tempo que Deus nos permite estar em contado com as pessoas que nos rodeiam.

As palavras de carinho que deixamos de dizer...

As promessas que deixamos de cumprir...

As flores que deixamos de ofertar...

A mensagem de esperança que não espalhamos...

De tudo isso poderemos nos arrepender amargamente quando, numa ocasião especial, estivermos partindo deste mundo, ou nos despedindo de alguém que parte.

Não deixe para falar amanhã que ama aquela pessoa especial para você e não deixe para amanhã fazer o bem a alguém,principalmente aquelas que não conhecemos.

Por que talvez amanhã seja tarde demais e nos arrependeremos eternamente.
Pense nisso!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão ( Frei Galvão )


O Primeiro Santo brasileiro.

Conhecido como "o homem da paz e da caridade", Antônio de Sant'Anna Galvão, nasceu no dia 10 de Maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá, São Paulo.

Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestigio social e influência política.

O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas.

Em 1760 ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo.

Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.

Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do "recolhimento".

Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os Sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura, ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis.

Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: "Aqui jaz Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822". Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado.

Frei Galvão é o religioso no qual o coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: "O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades".

O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.


Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, rogai por nós!

sábado, 23 de outubro de 2010

Você sabia que Jesus chorou?


Você já se perguntou por que Jesus chorou?

Você sabe a razão de ter chorado o Rei dos Reis?

Não foi por raiva, como nós algumas vezes choramos.

Também não foi por alegria, como já muitos choraram.

Nem tampouco por derrota, pois jamais foi derrotado, nem mesmo a morte o derrotou.

Lágrimas caíram dos seus olhos.

Olhos que sempre se voltaram ao pobre necessitado, ao sofredor injustiçado, ao desesperado que o buscava talvez como última esperança.

Olhos que transmitiam verdade e amor.

Porque Jesus chorou?

Jesus chorou, pelos pecados que nós cometemos sem arrependimento, pelas injustiças que não denunciamos, pela dor do irmão que deixamos de aliviar, pela porta que fechamos aos que pedem não só pão, mas amor.

Ele chorou…

Ensinou o significado, o valor da pequenina lágrima que lava a alma, que tem o poder de aliviar a mágoa e dar consolo ao coração inflamado de dor, que faz bem a quem a deixa cair livremente.

Jesus Chorou, para que nós também pudéssemos chorar sem envergonhar-se, chorar por alguém que parte para o além.

O Mestre chorou, por ter se tornado pessoa como nós, pobre como nós e ainda assim, mesmo após a Sua morte na cruz onde morreu por nossos pecados até hoje muitos de nós não o reconhecemos como nosso Senhor e Salvador e o negamos.

Indo totalmente contra os ensinamentos e exemplos que Ele pessoalmente nos ensinou.

Espalhe essa mensagem para quantas pessoas você puder, divulgue o Blog comentem as postagens, mandem suas idéias.

Sozinho eu não sou nada, mas juntos e com Jesus em nossos corações podemos mudar o mundo!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O presente



Se um dia ao acordar, você encontrasse, ao lado da sua cama, um lindo pacote embrulhado com fitas coloridas, você o abriria, antes mesmo de lavar o rosto, rasgando o papel, curioso para ver o que havia dentro...

Talvez houvesse ali algo de que você nem gostasse muito...

Então você guardaria a caixa, pensando no que fazer com aquele presente aparentemente "inútil"...

Mas no dia seguinte, lá está outra caixa.

Mais uma vez, você abre correndo e dessa vez há alguma coisa da qual você gosta muito...

Uma lembrança de alguém distante, uma roupa que você viu na vitrine, a chave de um carro novo, um casaco para os dias de frio ou simplesmente um ramo de flores de alguém que se lembrou de você...

E isso acontece todos os dias, mas nós nem percebemos...

Todos os dias quando acordamos, lá está, à nossa frente, uma caixa de presentes enviada por Deus, especialmente para nós: um dia inteirinho para usarmos da melhor forma possível!

Às vezes ele vem cheio de problemas, coisas que não conseguimos resolver, tristezas, decepções, lágrimas...

Mas outras vezes, ele vem cheio de surpresas boas, alegrias, vitórias e conquistas...

O mais importante é que, todos os dias, Deus embrulha para nós, enquanto dormimos, com todo o carinho, nosso presente: O DIA SEGUINTE!

Ele cerca nosso dia com fitas coloridas, não importa o que esteja por vir...

a esse dia quando acordamos, chamamos PRESENTE...

O PRESENTE de Deus pra nós.

Nem sempre Ele nos manda o que esperamos, o que queremos...

Mas Ele sempre, sempre e sempre, nos manda o melhor, o de que precisamos, e que é sempre muito mais do que merecemos...

Abra seu PRESENTE todos os dias, primeiro agradecendo a quem o mandou, sem se importar com o que vem dentro do "pacote".

Sem dúvida, Ele não se engana na remessa dos pacotes.

Se não veio hoje o PRESENTE que você esperava, espere...

Abra o de amanhã com mais carinho, pois a qualquer momento, os sonhos e planos de Deus pra você chegarão embrulhadinhos pra PRESENTE!

DEUS não atende as nossas vontades, e sim nossas necessidades.

Que você tenha um dia abençoado, cheio da Presença de Deus, e que seu presente venha lhe trazer muita paz, experiências com Deus, e esclarecimento sobre o muito que ainda temos a aprender com Ele e por Ele!

Evangelize!!!!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O valor da bondade


Antônio seguia todos os dias pelo mesmo caminho.
Em suas viagens diárias do subúrbio onde morava, ao centro da cidade, onde trabalhava o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em um nível inferior.
Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama.
Ele via aquela cena há mais de um mês.
A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava.
O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida.
Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava.
Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas:

"Um rapaz que passa diariamente de trem.”

Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou como sempre, para a janela.
No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada.
No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira.
Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo:

“Deus o abençoe”

Um jovem, com tanta sensibilidade fraternal, certamente é abençoado por Deus.
Esse Deus que quer que suas criaturas se amem e se respeitem mutuamente.

O que você está esperando?
Faça a sua parte. Diariamente nos deparamos com situações como essas e muitas dessas pessoas só precisam de uma palavra ou um simples cartão.
Amai o teu próximo como a ti mesmo.

Tenham um dia abençoado. Amém.

O sentido da vida


Não sei se a vida é curta ou longa demais pra nós,

mas sei que nada do que vivemos tem sentido,

se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

Colo que acolhe,

Braço que envolve,

Palavra que conforta,

Silêncio que respeita,

Alegria que contagia,

Lágrima que corre,

Olhar que acaricia,

Desejo que sacia,

Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela não seja nem curta,

nem longa demais, mas que seja

intensa, verdadeira, pura,

enquanto durar.

Feliz aquele que

transfere o que sabe

e aprende o que ensina

Evangelize!!!!!

Fonte: padremarcelorossi.com.br